Cristiane Luz
Há quem diga que independência é solidão.
Mas eu digo que independência é liberdade.
Caminho com passos firmes, mesmo quando o chão parece escorregadio após a chuva.
E, quando o arco-íris se abre no céu, meus sonhos se movimentam nas cores que ele revela.
O mundo pode até tentar impor limites, mas dentro de mim existe uma força que não se deixa aprisionar.
Ser independente não significa não precisar de ninguém.
Significa, sim, escolher quem merece estar ao meu lado.
Não mendigo afeto, não imploro reconhecimento, não aceito menos do que sei que mereço.
Minha história é escrita por minhas próprias mãos, ainda que o vento insista em virar algumas páginas antes da hora.
A mulher independente é aquela que se levanta depois da queda, que se refaz depois da dor, que se reinventa quando a vida exige.
Ela não se define por rótulos, não se limita por convenções.
Ela é dona de si, dona de seus sonhos, dona de sua coragem.
E se, por vezes, o mundo me chama de ousada, difícil ou intensa… eu apenas sorrio comigo mesma. Porque sei que ousadia é apenas outro nome para a minha autenticidade.
Que intensidade é apenas outro nome para viver de verdade.
Sou independente, inteira, em constante construção.
Não perfeita, mas verdadeira.
Não invencível, mas resiliente.
Não imutável, mas sempre em movimento.
E no fim, quando o silêncio da noite me envolve, eu reconheço:
a maior vitória da mulher independente é não precisar provar nada a ninguém. Apenas viver, plenamente, aquilo que escolhe ser — e aquilo que escolhe fazer.
Clique aqui para seguir esta escritora
Pageviews desde agosto de 2020: 128151
Site desenvolvido pela Editora Metamorfose